Esqueci o trago do vinho que é a liberdade, uma verdade incontrastável de uma realidade minúscula que a simples utilização dos olhos não a reconhece. É a nova borboleta da primavera que cria em mim o poder de duvidar semeando limites para ser-se ilimitado, que me faz enraizar em lagos de música onde me torno consciente de quem sou.
A minha felicidade flutua entre o estrume que deponho na raiz das palavras e o aroma que me excita quando acabo de as colher.
Eu estava tão perto de ti que tenho frio perto dos outros.
André M.
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