Hoje sento-me à mesa do mundo com todos vós banhando-me em pensamentos que não os meus, vazo aquele copo sujo com um trago bem seco de uma esfera social aglutinante devoradora de qualquer sinopse existencial, saco do cachimbo pestilento carregando este meu pulmão duma lufada de fumo branco para saudar os duques de hoje. Existe algum pó neste mundo, e muita pouca terra para lavrar o olhar cheio de plágios de linha branca. Nomeio de "duques" os parasitas da sociedade moderna.
E ninguém pode ser rei com o estômago vazio e o coração ausente.
André M.
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